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EUA consideram injetar dólares na Venezuela se regime de Maduro cair

FOTO: © Sputnik / Alejandro Martinez Velez

EUA consideram injetar dólares na Venezuela se regime de Maduro cair

O conselheiro do presidente Trump para a Política Econômica e diretor do Conselho Econômico Nacional norte-americano, Larry Kudlow, disse que Washington está considerando injetar dólares em espécie na Venezuela se o regime do presidente venezuelano Nicolás Maduro cair.

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Durante um evento realizado na quarta-feira (3), em Washington, Larry disse que os EUA se reuniram com o líder da oposição venezuelana, Juan Guaidó, para desenvolver um plano de resgate e reestruturação econômica no país, para que possa ser iniciado imediatamente caso Maduro renuncie ou seja deposto, informou a Bloomberg.

O conselheiro econômico americano afirmou que EUA estão planejando utilizar "bancos, iPhones, aplicativos e muitas maneiras inteligentes de fazer chegar dinheiro lá".

"O dinheiro não será em bolívares [moeda venezuelana], será em dólares. Pelo menos no início, porque não há demanda por bolívares", declarou o conselheiro, adicionando que o objetivo é colocar dinheiro diretamente nas mãos dos venezuelanos.

Se a liderança no país bolivariano mudar, a Casa Branca "se moverá rapidamente". Todos os órgãos econômicos mundiais, como o Tesouro dos EUA, o Conselho de Segurança Nacional, NEC e Fundo Monetário Internacional, estão trabalhando no plano.

Os EUA advertiram explicitamente contra o perigo de prejudicar o líder da oposição e intensificaram as sanções contra a Venezuela e as autoridades do regime.

A crise econômica e humanitária profunda que alastra no país venezuelano se agravou ainda mais no final de janeiro, quando Guaidó se autoproclamou presidente interino do país. Maduro confirma que o problema na Venezuela é fruto de sabotagem orquestrada por s oponentes no país e no exterior.

Vários países ocidentais, liderados pelos EUA, anunciaram o reconhecimento do líder da oposição. Rússia, China, Turquia e outras nações apoiam Maduro como único presidente legítimo.

FONTE: Sputnik Brasil
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